
Se revelar é uma pequena arte, um pequeno prazer e um grande exercício de descoberta. Como revelar aquilo que, muitas vezes, nem chegamos a saber que possuímos dentro de nós?
Talvez por isso a escrita se mostre tão fascinante e sedutora... Uma chance de ignorar as falsas perfeições e visualizar o invísivel-escondido.
Ah, essa brincadeira de esconde-esconde que a vaidade da vida nos proporciona... Só que chega um instante que correr para o encontro dos medos se torna um processo interessante, vencer mais uma etapa, ou apenas se deparar com ela e com a momentânea impossibilidade de resolvê-la. Ou talvez nunca chegar a lugar algum. Angustiante, mas outro prazer. Exercitar as incapacidades e perceber que existem atalhos e novas formas de se pensar na vida e nos seus caminhos.
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